Por que se trabalha?
Para que se consiga alguma coisa, é claro.
Afinal, sem a consecução o trabalho se reduz a uma faina fútil.
Mas, conseguir o quê?
E, o mais importante: para quem?
O trabalho deve ser, antes de mais nada, a realização de uma potencialidade.
Quando o processo do trabalho é concluído, seus resultados devem auferir ganhos para quem o realizou. Desde que uma tal ocupação se torne consistente e constante, alcança-se a prosperidade. E, cada qual tem o direito de fruir a prosperidade que brota das próprias mãos.
Porém, o vampirismo social põem tudo a perder!
Quando o ambiente social propicia atitudes vampirescas, quem produz deixa de perceber as vantagens dos bens que realiza, cujos ganhos são auferidos por sanguessugas que parasitam a produção de outrem.
Assim, aquele que trabalha se apouca até se tornar um otário, cuja única incumbência é manter uma casta vampiresca de pilantras. No entanto, não existe regra moral que obrigue alguém a ser trouxa: por isso, uma condição social vampiresca desmoraliza o trabalho, transformando a obrigação de produzir em "fumaça".
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário