A vibração que faz o desempenho do falcão animar-se para combinar-se com a ligeireza do tordo faz o céu azul refulgir sobre as águas cintilantes dos prados risonhos, cuja lira vibrante faz os coriscos pulsantes vivificarem-se durante as paixões da realização do próprio tônus existencial: que manifesta a quintessência da expressão do espírito vital que faz acalentar a esperança da felicidade que está para chegar.
Contudo, a Bazófia ergue-se hostilmente contra o ânimo rival… para arrancar-lhe a Crista da espinha dorsal. A Bazófia busca o Triunfo do Ódio através do Caminho da Irrisão Feroz, do qual despontam as presas letais do Gáudio Mordaz contra todas aquelas vítimas atadas ao altar idólatra de Hécate pelas mãos de Hibrísio.
Então, Hibrísio impõe o medíocre escarninho como modelo de vida para plasmar e cancelar a vivência autêntica do ânimo rival. Esta guerra de imos entre o Pusilânime e o Equânime leva à adstrição do Equânime dentro do uniformismo peremptório dos iníquos convictos: fazendo um mundo mais covarde de gente que se recusa a ouvir a kayrologia do espírito vital. Contudo, o Pusilânime prefere cultivar a Pseudolatria enquanto aferra-se à vaidade extravagante da exultação patética.
Assim o triunfo da Ignorância exibe a Sabedoria fracassada sendo arrastada pelas avenidas do Uniformismo Intransigente enquanto a vítima caída sofre os açoites da chibata da Malícia das Exigências Escabrosas.
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