A Maldição do Absinto

oh! céu de absinto
ah! espírito maldito
garbo que denuncia
contra si mesmo
teu coração galhardo
traz o punhal nas mangas
tua voz veemente
laça os próprios pés
o vivo temerário
dilui a perspicácia
enquanto as mãos
denodadas se esfacelam

Um comentário:

Helena Chiarello disse...

Palavras fortes.
A força do poema é "abSentida" pela emoção de quem lê.
Gostei!
Grande abraço!