oh! céu de absinto
ah! espírito maldito
garbo que denuncia
contra si mesmo
teu coração galhardo
traz o punhal nas mangas
tua voz veemente
laça os próprios pés
o vivo temerário
dilui a perspicácia
enquanto as mãos
denodadas se esfacelam
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Um comentário:
Palavras fortes.
A força do poema é "abSentida" pela emoção de quem lê.
Gostei!
Grande abraço!
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