A Raiz da Vida Mortal


Vivemos sob o império da necessidade... ademais, sob o domínio do fato consumado.

Sim... isso mesmo!

Não importa o que fazemos... lá está ele... o Fato Consumado!

Parece que o Fato Consumado existe apenas para contrariar a inteligência humana.
Contudo, a felicidade nunca se consuma. O sucesso é sempre provisório. A alegria é passageira. Qualquer bem desta vida é momentâneo.

Por outro lado, há uma lista infindável de misérias consumadas, moléstias definitivas e males conclusivos.
Por que qualquer fato consumado revela-se daninho? Será que isto é parte de nossa vida mortal? Quem sabe... talvez, a consumação do dano seja a raiz de nossa mortalidade.

Fosse assim, então a consumação da felicidade só poderia ser realizada por algum imortal. Será que a imortalidade é uma condição para uma vida feliz?

2 comentários:

Helena Chiarello disse...

Texto reflexivo, sem dúvida!
Bom ver novidades por aqui!

Nosso abraço,
Helena e Fabiano

Anderson Fabiano disse...

prefiro a vida assim: pensada, refletida, desafiada. detestaria ser apenas um graveto descendo o rio, sem destino certo.

meu carinho,
anderson fabiano
http://anderson-fabiano.blogspot.com/